O DBBridge analisa seu código, traduz seu schema através de uma representação canônica e migra seus dados com validação por checksum — de SQLite a PostgreSQL, de MySQL a MongoDB, de Oracle a Cassandra.
Ferramentas comuns convertem string SQL e torcem pra funcionar. O DBBridge parseia seu schema para uma Representação Intermediária semântica (chaves, constraints, relações, tipos canônicos) e renderiza para o paradigma do destino — tabela vira coleção, FK vira relacionamento de grafo, índice vira partition key.
Escaneia seu código e aponta cada query que quebra no banco de destino.
Gera o plano de transição com riscos, limitações e estratégia por tabela.
Aplica schema e migra dados no destino real — com rollback gerado.
Checksum de conteúdo linha a linha. Não é contagem: é prova de integridade.
Reescreve seu código pro driver nativo e remove o DBBridge. Zero lock-in.
SQLite ─┐ ┌─→ PostgreSQL
MySQL ──┤ ├─→ Snowflake
Oracle ─┼─→ Parser ─→ [ IR CANÔNICA ] ─→ Renderer ─┼─→ MongoDB (docs)
SQL Server ┘ │ ├─→ Neo4j (grafo)
▼ └─→ Cassandra / OpenSearch
Planner semântico + Validador (checksum)
Essa distinção é a nossa promessa pública: tudo que a lib faz hoje, ela fará para sempre de graça, sob licença MIT. O DBBridge Cloud existe para times que querem interface, IA, colaboração e zero infraestrutura — construído em cima da mesma engine, sem esconder nada dela.
A IA do Cloud faz uma coisa e faz bem: conciliar o plano de migração — apontar o que a tradução mecânica não vê. Usamos um único modelo otimizado pra isso e publicamos a conta inteira do preço, margem incluída. Você nunca é cobrado por uma chamada que a IA não respondeu.
Cada request de IA processa em média 10 mil tokens de entrada (seu schema + plano) e 2 mil de saída (o parecer). Pagamos o provedor por token, somamos uma margem fixa de 50% e pronto — esse é o preço. Ele está inclusive disponível num endpoint público da API: GET /v1/billing/ai-pricing.
O oposto. O DBBridge tem um comando chamado eject cujo trabalho é remover o DBBridge do seu projeto: ele reescreve seu código para o driver nativo do banco de destino e sai da frente. A biblioteca é MIT — se a gente sumir amanhã, seu fork continua funcionando.
A engine é a mesma. A lib te dá tudo via CLI/Python, de graça, rodando na sua máquina — você opera. O Cloud te dá a mesma engine com interface web, IA de conciliação, projetos por equipe, relatórios, API keys e jobs gerenciados — nós operamos. Quem escolhe o quanto quer de cada um é você.
Só se você pedir (use_ai=true) — e o que vai é o plano/schema, não os dados das suas tabelas. A migração de dados em si roda direto entre origem e destino, com validação por checksum. E a quota de IA só é debitada quando a IA de fato respondeu.
O plano Enterprise inclui deploy on-premises da plataforma completa. E a biblioteca — que faz toda a migração — é sempre self-hosted por definição.
Sim, e é validada contra instâncias reais — MongoDB, Neo4j, Cassandra e OpenSearch de verdade, não mocks. A suíte pública tem 1.559 testes provando o round-trip com checksum de conteúdo.
Comece com o plano Free do Cloud ou dê pip install dbbridgekit agora.